domingo, 28 de abril de 2013

domingo, 28 de agosto de 2011

EVOKYIO... Rumo ao futuro.

Aqui e agora se começa a perspectivar, no respeito pela tradição passada, mas com os olhos postos no futuro, a afirmação de uma institução de ensino técnico- profissional, com quase dez anos de existência. Do seu portofolio constam centenas de sucessos de antigos alunos.
Em finais de Agosto de 2011, a instituição começa a perspectivar o seu fu-turo institucional. Reafirmando a sua tradição de qualidade inquestionável, mas aspirando a um tipo de modernidade assente na eficiência e eficácia, na resiliência e na excelência, a família Evokyio quer mais e melhor, quer ser uma instituição onde ocorre a inovação, a mudança, a modernidade.
A sua aspiração é formar novas gerações de angolanos que ambicionem a mestria do saber estudar, saber fazer, saber ser, saber aprender a aprender para a vida toda na senda do ensino e aprendizagem, educação permanente e formação contínua (Longlife Learning).
São imensos os desafios que nos esperam como são infinitas as nossas esperanças no futuro.
Como um dia disse um pedagogo: Pelo sonho é que vamos!
Aqui no Evokyio, sonhamos hoje e materializamos agora o que queremos ser amanhã.
Queremos e precisamos do apoio de toda a comunidade e das suas instituições, aspiramos a projectar no futuro o desenvolvimento da Catumbela.
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sábado, 27 de setembro de 2008

A imaginação é o limite? A última barreira?

O desejo de reconhecimento e de fama até onde nos pode levar? Não há respostas-fórmulas... cada um procura empurrar o seu "sonho" e, por vezes, deseja mais do que aquilo que lhe é dado alcançar. Parafraseando um amigo desaparecido no esgotamento da idade, sempre me apraz lembrar uma pérola poética que me deixou "... Para uns não pode haver / brilhantes encantadores / para outros calha a havê-los / mas essas jóias e valores / mais vale merecer sem tê-los / que tê-los sem os merecer..."

Posto isto meu amigo, apenas te pergunto: até te pode levar o desejo de teres o que achas que mereces? Que preço estás disposto a pagar? O do Fausto ou o do Tartufo?

Contra todas as promessas que se antecipam e não se atingem valha-nos uma sólida amizade,... que não tem preço!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Pedro Bandeira Freire a vida depois do filme

Caríssimo,
Deixa que te trate assim, ao fim e ao cabo, sou pouco mais novo e o "fim do teu filme" poderia bem ter sido o fim do meu. Não quero, nem posso, nem devo por imperativo de consciência, fugir à dívida de gratidão que tenho para contigo. Embora não tenhamos privado muito, pessoalmente, sempre acorri ao teu projecto-filho o quarteto. Aquela atracção que eu sentia pelo cinema, cresceu, maturou, refinou e sofisticou-se com a exposição da minha pessoa à programação do Quarteto. Nos anos distantes de 74, 75, 76 e seguintes a excelência de uma programação excelente deu-me a oportunidade de mergulhar fundo em cinematografias que antes de 1974 (25 de Abril) eram para nós raras quando não inacessíveis. A paixão pelo menu do Quarteto fez como que muitos fins de semana as luzes do Cinema brilhassem para mim ao ritmo de 5 a seis sessões de cinema diário, isto sem falar nas directas que a programação do Quarteto nos proporcionava, de vez em quando. Assim, para mim, pensar e falar em Cinema implica falar em Quarteto e, consequentemente, em Pedro Bandeira Freire. Estou decepcionado com parte da família cinéfila, mas, sobretudo, com os poderes públicos, que em minha opinião te desmereceram. Quer-me parecer que há muitos corações que tu habitas e ainda vais habitar de forma directa pela memória cinéfila, e no coração de crianças "velhas como eu" que ainda se comovem ao som da canção "Sábado à tarde num cinema... mal as luzes se apagavam, acendia o coração. ... Amigo, é assim que te quero recordar "no escurinho do Quarteto, com o ruído da fita de celulóide que desliza e com o coração a acender e apagar". Até sempre PBF

sábado, 8 de março de 2008

E esta? nem o Pessa se lembraria

Como tenho alma condoída não posso deixar de louvar a argúcia do delfim no poder e da sua funcionária no ministério da educação, pois então, parabéns para os dois. Contra ventos e marés são mentores das "grandes reformas na educação" e serão responsáveis pelas grandes realizações educativas que enviam polícias às escolas e aos sindicatos. Não, não estou a brincar, vejam só: se todos os agentes da polícia: PSP, GNR, ASAE, PJ, Polícia Marítima, Polícia dos Costumes, Polícia Internacional de Defesa do Estado, Polícia de Estrangeiros e Fronteiras, Polícia de Intervenção, GOI, Polícia da Polícia (Internal Affairs) e porque não o SIS, se forem encaminhados pelo governo para as escolas e sindicatos, opera-se-à neste País, uma Reforma Educativa com um tal sucesso que só terá digno registo no Guiness Book of Records... como assim? Pensem comigo.
- País com maior número de polícias escolarizados em todo o mundo.
- Pais com o maior número de polícias sindicalizados em toda a galáxia.
- Escolas como as mais elevadas taxas de matrículas policiais.
- Aumento da taxa de escolarização policial.
- Aumento da taxa de sindicalização policial.
- Escolas e sindicatos mais seguros e policiados que um país podia desejar.
- Maior taxa de literacia policial da história da humanidade.

Acham pouco? Não me peçam para dizer mais.

Então não acham que tenho razões para ser agradecido? Aí não que não tenho... Vivóóóóó!
Prémio Nobel para eles já!

Somos 100.000 ou mais os indignadados!!!

Talvez nem os mais optimistas arriscassem sonhar com 100.000 professores manifestando-se pujantemente, mas de forma digna e correcta, a mesma com que ensinam e formam a nova geração. Através da Avenida da Liberdade, lutando pela Liberdade contra a opressão da Liberdade trabalhar, de ensinar, contra a burocracia asfixiante que subverte a relação pedagógica e converte alunos em número, professores em amanuenses, inspectores em cabeças de turco e cabeças de turco em directores regionais e membros de conselho executivo nas escolas. Para a equipa governamental os números, mesmo que manipulados, são mais importantes que a realidade derrapante para a qual fazem resvalar o País. Tornou-se imagem de sucesso a intransigência, a rigidez, a crispação, o autoritarismo em detrimento da negociação e do consenso. A ministra da educação afunda-se num autismo de tal forma patológico que, que acabará mais tarde ou mais cedo em catotonia de tal forma grave que nem uma "junta médica domesticada" se arricará a torná-la inimputável. Figurinha pouco grácil, brincando a "dama de ferro" quando nem assenta bem no celulóide! Mulher mal mada e cada vez menos desejada, pelo poder, apenas, possuída! O que a fará vibrar? Decretos-Lei, despachos, portarias, decretos regulamentares, despachos normativos? Ou um grupo de "bem-aventurados inspectores" que lhe trazem as boas notícias, que garantem o contributo do bollycao, da bonboca e do redbull para o sucesso educativo. Urge concluir, e a conclusão é triste, muito triste, pois, não se pode acreditar em tudo o que dizem os relatórios. Como dizem os comprades do Alentejo: "calhando... a ministra quis ir à escola verificar, in loco, a contribuição do redbull para o sucesso educativo... calhando... ficou tão excitada com o que viu que tomou uns quantos daquele estimulante. Como resultado "ganhou asas!" e voou para tão longe da realidade que jura a pés-juntos que está no bom caminho e não recua. Até a uma ministra redbull dá asas. Ciao.